Equipe Nissan de Fórmula E busca repetir sucesso no E-Prix da Cidade do México
YOKOHAMA, Japão – A Equipe Nissan de Fórmula E está pronta para o E-Prix da Cidade do México, onde a escuderia japonesa tem a meta de repetir sua vitória impressionante na temporada 11, quando Oliver Rowland venceu depois de ter largado em quarto no grid.
Rowland e seu companheiro de equipe Norman Nato seguem para o México para a Rodada 2 depois de terem demonstrado um ritmo forte na prova de abertura da temporada em São Paulo, em dezembro. Rowland pilotou forte, subindo da 13ª posição no grid para terminar em segundo, apesar de o bom desempenho de Nato não ter sido recompensado.
Neste fim de semana será a 10ª vez que o E-Prix da Cidade do México é realizado no Autódromo Hermanos Rodríguez, o que faz dele o quarto circuito mais visitado na história da Fórmula E, junto com o Circuito de Mônaco. Este circuito faz parte do calendário do campeonato desde a Temporada 2, com exceção de 2021.
O circuito de 2,63 km oferece uma experiência única para os pilotos, estando localizado a 2.250 metros acima do nível do mar. Nele, os carros passam por dentro do impressionante setor Estádio ao se dirigirem para as Curvas 10-14, antes de entrar na longa reta de largada e chegada. Para a Temporada 12, a chicana na reta de trás foi removida, oferecendo melhores oportunidades de ultrapassagem seguindo para a Curva 9. Junto com a Curva 1, estas serão as duas melhores oportunidades de ultrapassagem durante a corrida.
A ação começa na pista na sexta-feira, com a primeira sessão de treinos livres a partir das 19h (horário de Brasília). O sábado começa com a segunda sessão de treinos livres às 10h30. Já a Qualificação se inicia às 12h40 e as luzes se apagam para a corrida de 36 voltas às 17h05.
Tommaso Volpe, diretor e chefe da Equipe Nissan de Fórmula E: “O México é uma das minhas provas favoritas do ano e nós estamos bem animados para estar de volta. Até agora, estamos felizes com o ritmo demonstrado na primeira corrida no Brasil, com os dois carros brigando na frente. Isso demonstra que nossa preparação para a temporada foi positiva e dá confiança para toda a equipe. Precisamos continuar trabalhando muito e melhorando, pois ficou claro em São Paulo como a concorrência está parelha tanto nas qualificações quanto na corrida. Temos grandes ambições para a rodada deste fim de semana e vamos dar nosso máximo. O México é um mercado-chave para a Nissan e somos a marca do carro campeão de vendas no país – temos muitos clientes e fãs lá, por isso logicamente nossa meta é repetir nosso sucesso da temporada passada”.
Oliver Rowland, piloto, Equipe Nissan de Fórmula E: “Não vejo a hora de voltar a correr na Cidade do México neste fim de semana, pois sempre há uma atmosfera incrível em torno da prova. Minha vitória aqui em 2025 foi uma das melhores da minha carreira, a energia da multidão foi sensacional. Vai ser interessante ver como a retirada da chicane vai afetar a corrida, esperamos que tenhamos mais oportunidades de ultrapassagens. Sabemos que precisamos trabalhar muito, foi positivo levar os 18 pontos de São Paulo, mas ainda temos aspectos para melhorar e esse será o objetivo para o México. A tendência nas últimas três temporadas da Fórmula E foi o vencedor deste E-Prix conquistar o título de pilotos, por isso nossa meta será repetir o sucesso da Temporada 11”.
Norman Nato, piloto, Equipe Nissan de Fórmula E: “O traçado da pista do México é extremamente diferente comparado com o Brasil, então teremos que contar com nossa experiência neste circuito para extrair a melhor performance possível. Um dos pontos altos deste circuito é a fantástica sessão Estádio – não existe nada igual e é muito bacana poder dirigir entre os incríveis fãs nas arquibancadas torcendo por nós. Com certeza temos grandes expectativas para esta rodada e minha meta é tirar o máximo do carro e de mim, como sempre”.
Sam Bird, piloto reserva e de desenvolvimento, Equipe Nissan de Fórmula E: “A Cidade do México tem uma pista única, é um circuito permanente, mas tem uma pegada de pista urbana. Este é o local de maior altitude que visitamos, por isso acaba sendo um grande desgaste físico para os pilotos. Este tipo de pista faz com que os pneus esquentem rapidamente, por isso temos trabalhado muito neste quesito no simulador. O traçado mudou neste ano, com a remoção de uma chicana na reta de trás, abrindo uma grande oportunidade de ultrapassagem na Curva 9, junto com a Curva 1. Acho que a pista vai ser positiva para o nosso carro, o Oli venceu de forma impressionante aqui no ano passado e os dois pilotos apresentaram um ritmo forte em São Paulo, então temos definitivamente capacidade de entregar dois resultados positivos e bons pontos para a equipe”.
Foto: Divulgação/Nissan